20 de jan de 2016

na web
ajuda ao poeta
flávio barreto leite




"Carrego minha amargura
como quem leva uma flor.
Ela é o único fermento
que existe dentro de mim".


Trecho de um belo poema de Flavio Barreto Leite, poeta gaúcho de 71 anos que participou do movimento estudantil, lutou pela legalidade e contra a ditadura, respondeu durante anos a três IPMs. Pois bem, segundo informações de sua amiga, a poeta Michelle Hernandes, Barreto é pobre, não tem aposentadoria e convive há mais de três anos com um câncer de intestino. Após quase cinco meses de internação no setor de  Oncologia do Hospital Conceição, teve alta há uma semana. Ele mora sozinho em uma casa de fundos, de dois cômodos, mas está enfraquecido e esquelético. Não consegue andar, sofre dores atrozes, não se adaptou à morfina oral, deveria fazer fisioterapia e massoterapia em casa, mas não tem dinheiro. Em caráter de emergência, amigos estão vendendo seu livro Bicho-homem (Porto Alegre: Gente de Palavra/Fumproarte, 2014, 86 págs.) ao preço de R$ 50,00. Se alguém quiser e puder colaborar, inclusive, de outra forma, por exemplo, fazendo um depósito, solicite os dados bancários do poeta pelo e-mail do poeta Rubens Jardim: re.jardim@uol.com.br.