16 de jun de 2019

em belo horizonte
terça à esquerda:
poesia, prisões e possibilidades,
com sérgio fantini e alexandre amaro







em são paulo
o apanhador no campo de centeio,
de j. d. salinger







em araxá
homenagem aos 180 anos de
machado de assis, com
antônio torres



15 de jun de 2019

no rio de janeiro
conversa com
carlos eduardo pereira


18 de junho, de 14 h às 17 h, RAV 112, Instituto de Letras,
UERJ, Maracanã, 11º andar




walther moreira salles —
o banqueiro embaixador e a construção
do brasil, de luis nassif







escrever sem escrever,
de leonardo villa-forte


19 de junho, às 19 h, na Livraria da Travessa:
Rua Voluntários da Pátria, nº 97 - Botafogo

A Relicário Edições, a Editora PUC-Rio e a Livraria da Travessa convidam para o lançamento do livro Escrever sem escrever: literatura e apropriação no século XXI, de Leonardo Villa-Forte. Na ocasião haverá bate-papo entre o autor e Fred Coelho, além de leituras comentadas de Rita Isadora Pessoa, Roy David Frankel e Ramon Mello.

Sobre o livro
Quando falamos em música falamos em remix e DJ. Quando falamos em audiovisual, falamos em montagem e mash-up. Para a arte contemporânea, o crítico Nicolas Bourriaud forjou o termo "pós-produção", que aponta a tendência atual de obras que não são criações originais mas reciclagens ou reproposições de obras anteriores ou objetos pré-existentes. Em comum a esses campos e situações, os gestos de apropriação e deslocamento, consagrados pelos ready-mades de Marcel Duchamp e por outros artistas da vanguarda. Entretanto, no ambiente tecnológico contemporâneo, com seus estímulos e ferramentas específicos, a apropriação e o deslocamento adquirem novas facetas. A pergunta da qual esse livro parte é: de que maneira a escrita e a literatura se inserem e participam desse novo contexto? Copiar e colar. Seleção e edição. Gravação e transcrição. Cut-up, apagamento, supressão. Pirataria. Buscas no Google. Plágio, cópia, imitação. Como o ato da citação e a cultura remix dialogam? Em que medida o escritor contemporâneo pode ser pensado como um artista conceitual ou um curador de textos alheios? Quais são as consequências para as práticas de leitura e para a ideia de autoria? A partir das noções de "escrita não-criativa", de Kenneth Goldsmith, "gênio não-original", de Marjorie Perloff, e do Manifesto da literatura sampler, de Fred Coelho e Mauro Gaspar, Leonardo Villa-Forte estuda obras recentes de escritores, artistas e poetas brasileiros e estrangeiros, para pensar a escrita diante, ou melhor, dentro desse ambiente em transformação.

Sobre o autor
Leonardo Villa-Forte é autor de O princípio de ver histórias em todo lugar (romance), O explicador (contos) e Agenda (conto avulso). Criou a série de colagens e blog MixLit – O DJ da Literatura, que alavancou a discussão sobre o remix na literatura no país, e o projeto de intervenção urbana Paginário, com mais de 60 murais espalhados por Brasil, Portugal e Espanha. Formado em Psicologia pela UFRJ, com passagem pela Facultad de Filología da Universidad de Salamanca, ele é mestre em Literatura, Cultura e Contemporaneidade pela PUC-Rio, onde realiza seu doutorado. Professor do quadro da Pós-Graduação em Letras da Estácio, publicou artigos em revistas acadêmicas como a FronteiraZ e a Scriptorium e colaborou com veículos como a Revista Pessoa, Serrote, Palavra e o Blog do IMS. Escrever sem escrever é seu primeiro livro de não ficção.

Clique aqui e conheça o livro.




a visita de joão gilberto
aos novos baianos,
de sérgio rodrigues







em lisboa
mundo(s) - 5:
coletânea de poesia lusofóna
[org. angelo rodrigues],
com beatriz h. ramos amaral & cia.








em belo horizonte
limite,
de luiz costa lima


Luiz Costa Lima, um dos mais importantes teóricos da literatura do Brasil, vem a BH para o lançamento de seu novo livro Limite (co-editado pela Relicário e a Editora PUC-Rio), que acontecerá dia 18 de junho (terça-feira), às 18h30 na Livraria Quixote (Rua Fernandes Tourinho, 274 - Savassi).

Dia 19 de junho, durante todo o dia, o teórico participará na FALE/UFMG de um evento dedicado a seu trabalho: Luiz Costa Lima: legados, no qual haverá apresentações e conversas entre diversos pesquisadores: Marcus Vinicius de Freitas (UFMG), Aline Magalhães Pinto (UFMG), Myriam Ávila (UFMG), Emílio Maciel (UFOP), Nabil Araújo (UERJ), Gustavo Silveira Ribeiro (UFMG), Roberto Said (UFMG), Sérgio Alcides (UFMG), Valdei Lopes de Araújo (UFOP), Roniere Menezes (Cefet-MG). O evento acontecerá no auditório 1007 e o livro será vendido no local.




do traço ao pixel:
exposição de rômulo garcias







estratégias narrativas:
personagens da poesia,
por estela rosa


27 e 28 de junho, de 19 h às 21 h, na
Rua da Bahia, 1148 - sala 1537 (Edifício Maletta).
Mais informações e inscrições, clique aqui.

12 de jun de 2019

no rio de janeiro
a copa do mundo do faz de conta,
de cesar cardoso


"Cesar não se limita a recriar do seu jeito personagens dos contos de fadas mais conhecidos, como o Lobo Mau, na história considerado um supercraque da bola, e a Cinderela, que não dispensa as suas chuteiras de cristal durante a partida. O autor amplia as possibilidades do faz de conta ao incluir personagens de obras literárias clássicas (Peter Pan, Os três mosqueteiros) e, mais legal ainda, do rico e nem sempre valorizado folclore brasileiro (claro que tem Saci Pererê e Mula sem Cabeça).

A própria explicação sobre a origem do futebol se inspira em lendas sobre a criação do mundo, presentes em mitologias de todas as civilizações. E o que dizer das características dos países participantes da Copa? Uma mistura engraçada de imaginários diversos, com lugares que cismam em ficar invisíveis, viajam nas férias ou vivem cheios de buracos porque seus habitantes vivem cavando a terra em busca de tesouros. E não posso esquecer a participação muito especial da tagarela e carismática boneca Emília, diretamente do Sítio do Picapau Amarelo". Helena Gomes, escritora e jornalista, no "Posfácio: o faz de conta e suas inúmeras possibilidades".




em são paulo
satori, de horácio costa







bloomsday no estúdio lâmina
curadoria de vanderley mendonça
e luciano corta-ruas

15 de junho, de 23 h às 5 h, no Estúdio Lâmina: Av. São João, 108:
uma viagem ao centro da noite: o que Molly Bloom não contou?




poética da existência,
de geraldo lavigne de lemos







olhares delas
mulheres na fotografia


Olhares Delas é um coletivo criado para dar voz e enaltecer mulheres na fotografia. No Museu da Imagem e do Som, dia 15 de junho, Olhares Delas — mulheres na fotografia será um grande evento gratuito, das 14 h às 22 h, com palestras, talks, pocket shows e feirinha de marcas de produtoras locais. Convidamos todos para participar desse encontro, que tem como objetivo dar força, unir, apresentar e incentivar mulheres artistas. O evento será dividido em quatro painéis, no auditório, abordando temas como: visibilidade das mulheres na fotografia, machismo, assédio, processos de criação, local de fala, a importância da representatividade da mulher real na fotografia e muito mais.




em belém
círculo onanístico de leitura,
com anna suav e carol saint's 


13 de junho, às 19 h, na Figueredo: Av. Gentil Bittencourt, 449

O Círculo Onanístico de Leitura este mês está de cara nova. Com o intuito de aproximar o evento com outras formas de texto, leitura e escuta, decidimos fazer diferente e trazer um pouco da poesia urbana para nosso palco. Nesse sentido, convidamos duas mulheres MCs que são destaque na cena do Rap e Hip Hop: Anna Suav e Carol Saint's. Na ocasião, as convidadas irão recitar suas rimas, conversar sobre temas como feminismo, resistência, periferia, além de pocket show. Lembrando que o Círculo Onanístico de Leitura é um evento GRATUITO.




em curitiba
os jardins da terra,
de lia finn







em belo horizonte
tudo o que resta é tudo o que
eu escondi, de geanneti tavares salomon


15 de junho, às 11 h, Na cAsA – Obras Sobre Papel: Av. Brasil, 75 - Santa Efigênia




recital junino:
tributo a ariano suassuna



11 de jun de 2019

em belo horizonte
corpo-de-sonho,
de tânia diniz







bellzebuuu:
org. adriane garcia & sérgio fantini







convergências: a poesia visual de
tchello d'barros + oficina: poesia visual







no rio de janeiro
colóquio poética e política da
leitura: olhares cruzados entre o
brasil e a frança
[org. patricia lavelle e marc crépon]


Patricia Lavelle: "A temática desse colóquio, que organizo com Marc Crépon, do Departamento de Filosofia da École Normale Supérieure de Paris, surgiu de um gesto político e simbólico. Nas últimas eleições brasileiras, muitas e muitos eleitores saíram para votar portando livros em sinal de repúdio ao projeto de liberação do porte de armas, e à regressão geral que esta ideologia representa. Daí veio a nossa vontade de refletir sobre a dimensão política e sobre a produtividade poética das práticas de leitura no contexto do programa de cooperação entre a PUC-Rio e a ENS-Paris que coordenamos, em dois encontros: o primeiro aconteceu na ENS, em Paris no mês de abril, e nos dias 13 e 14 de junho realizaremos o segundo na PUC-Rio. As recentes declarações do Ministro da Educação, hostis à filosofia e às ciências humanas em geral, disciplinas que tem na leitura e na interpretação de textos um instrumento metodológico comum, tornam ainda mais urgente a nossa reflexão.

Encontramos um ponto de partida nas práticas da hermenêutica material, representada na França pelo filólogo Jean Bollack e pelos intelectuais que contribuiu para formar. Amigo e leitor do poeta Paul Celan, Jean Bollack considerava político este gesto aparentemente simples, mas de fato bastante raro, que consiste em ler atentamente, enfrentando com paciência o momento inicial da incompreensão e insistindo na potência de pensamento contida na materialidade do texto lido. Exercício crítico que se contrapõe à passividade do consumo de “fake news”, uma tal prática insistente da leitura traz a possibilidade — sempre incômoda, do ponto de vista do poder constituído — de desestabilização das interpretações hegemônicas e das verdades consensuais que sustentam as hierarquias.

Desta afinidade metodológica, e da constelação de forças que nela se inscreve, veio o desejo de refletir sobre a dimensão política e sobre a produtividade poética das práticas de leitura numa perspectiva franco-brasileira e interdisciplinar. Para isso, propomos a leitura e a reflexão sobre a leitura de obras ficcionais e poéticas que propõem releituras criativas de outros textos e/ou ampliam a própria noção de texto ao convocar a imagem visual e/ou incitar à escuta, mobilizando a voz e o corpo. Também nos interessaremos teoricamente pela interpretação e pela tradução compreendidas como processos e produtos de leituras".

Programa

Quinta-feira, 13 de junho
9h30: Acolhida dos participantes e abertura: Patrícia Lavelle (PUC-Rio) e Marc Crépon (ENS-Paris)
10 h: Marc Crépon (ENS-Paris): L'Esprit critique
10h45: Paula Glenadel (UFF): O povo, o livro, a rua: pensar o político em poesia com Carlito Azevedo e Nathalie Quintane
11h30: Adriana Frant (PUC-Rio): Uma lição de escrita selvagem

Almoço

14 h: Marc de Launay (ENS-Paris): Philosophie de la lecture
15 h: Felipe Amancio (PUC-Rio): Sobre a leitura de acontecimentos
15h45 – Pausa
16 h: Pedro Hussak (UFRRJ): O Brasil surrealista de Benjamin Péret
16h45: Jessica Passos (Northwestern/ENS-Paris): Do naufrágio à sereia: voz hautológica em Corps et biens de Robert Desnos
17h15: Clelio Toffoli Jr (PUC-Rio) De Mário Cesariny para André Breton — uma carta prólogo

Sexta-feira, 14 de junho
9 h: Masé Lemos (Unirio): Documentos poéticos: de Oswald de Andrade a alguns poetas contemporâneos
9h45: Henrique Estrada Rodrigues (PUC-Rio): Sobre utopia e releitura em Haroldo de Campos
10h15: Francisco Camêlo (PUC-Rio): A arte dos pequenos tamanhos
10h45: Leïla Danziger (UERJ): Ler = Apagar




na tevê
contexto: encontros literários,
com sidney rocha


Sky - canal 81
NET - canal 553
Oi TV - canal 31
Claro - canal 553
GVT - canal 84
Vivo - canal 102 cabo e 555 satélite




na web e em manaus
prêmios literários cidade de manaus


Estão abertas até 28 de junho as inscrições para os Prêmios Literários Cidade de Manaus. Para concorrer em uma das 14 categorias — romance, contos, poesia, diferentes tipos de ensaio, teatro infantil e adulto, jornalismo literário e literatura infantil —, clique aqui e siga as instruções.

4 de jun de 2019


em joão pessoa
nenhum espelho reflete seu rosto,
de rosângela vieira rocha







em brasília
fundamentos de ventilação e apneia,
de alberto bresciani







tudo que morde pede socorro,
de cinthia kriemler


10 de junho, às 19 h, no Carpe Diem

A Editora Patuá e o Carpe Diem Restaurante convidam todos para o lançamento do livro Tudo que morde pede socorro (romance) de Cinthia Kriemler. O evento será realizado no dia 10 de junho (segunda-feira), a partir das 19 h, no Carpe Diem: CLS 104 - Bloco D, Loja 1 - Asa Sul. O exemplar estará à venda por R$ 45,00 (pagamentos em dinheiro e cartões de débito e crédito). Leitoras e leitores de qualquer cidade do país que realizarem a compra antes do lançamento receberão o exemplar autografado após o evento (atenção para o prazo de entrega: é possível retirar no lançamento)

Clique aqui para comprar.




nessa boca que te beija,
de leonardo almeida filho


10 de junho, às 19 h, no Carpe Diem

A Editora Patuá e o Carpe Diem Restaurante convidam todos para o lançamento do livro Nessa boca que te beija (romance) de Leonardo Almeida Filho. O evento, gratuito, será realizado no dia 10 de junho (segunda-feira), a partir das 19 h no Carpe Diem: CLS 104 - Bloco D, Loja 1 - Asa Sul. O exemplar estará à venda por R$ 45,00 (pagamentos em dinheiro e cartões de débito e crédito). Leitoras e leitores de qualquer cidade do país que realizarem a compra antes do lançamento receberão o exemplar autografado após o evento (atenção para o prazo de entrega: é possível retirar no lançamento)

Clique aqui para comprar.




em porto alegre
contos de pampa e fronteira:
org. anna mariano e débora mutter


A literatura mais "fria" do país vem aquecer o inverno que chega

Conhecido por sua típica paisagem invernal, o Rio Grande do Sul produz uma literatura que não tem nada de fria. Pelo menos é o que 13 narradores da região mais enregelante do país desejam demonstrar com a edição de uma coletânea de contos que pode ser, no inverno que se avizinha, uma interessante companhia a quem conhece, deseja rever ou se interessa pela vida das pessoas que habitam a fronteira mais ao sul do Brasil e a porção rio-grandense da vasta planície, ou pampa, que se estende desde a Argentina, o Uruguai e que no Rio Grande do Sul é historicamente cenário da expressão de uma literatura muito peculiar e intrigante. E, a confirmar, nem um pouco fria.

Organizado pela escritora Anna Mariano, de Atado de Ervas (L&PM, 2011) e pela professora de literatura brasileira e também escritora Débora Mutter, o livro é uma reunião que de certo modo dá prosseguimento à tradição do conto no Rio Grande do Sul e de coletâneas que desde a década de 70 eventualmente são organizadas, como a já clássica Roda de Fogo e outras que a sucederam consolidando a presença da porção mais meridional do Brasil no cenário literário nacional.

Por tratar-se de um recorte ainda mais interno ao estado do Rio Grande do Sul, é bastante nítido que os autores têm muito em comum para além da questão geográfica, mas é justamente na diversidade de olhares e perspectivas para o elemento local, seja o urbano ou o rural, que a coletânea de contos ganha contornos mais particulares. Como o escritor Gustavo Melo Ckester adverte no prefácio do livro, "nenhum conto passa com indiferença; nenhuma história é vazia ou fútil".

Ou ainda, conforme ele prossegue: "é uma prosa repleta de textura, de gostos inesperados, de sons que dançam no cérebro do leitor, mas, mais do que tudo, é uma literatura que possui carnalidade. Não são textos para pessoas fracas ou assustadiças, mas obras que desafiam o leitor a deixar a posição de observadores impassíveis e a mergulhar com brusquidão naquilo que existe de mais angustiante e exasperador na experiência humana".

Contos de pampa e fronteira não parece ser, portanto, um livro que nasceu para ficar muito tempo parado na estante. Pelas variadas vozes e temáticas, muitas vezes dirá mais pela diversidade do que por uma possível unicidade. E, dessa forma, será cada vez mais difícil perfilar os autores gaúchos como uma categoria de iguais, tão nítida é a sua própria coloração e diferença. Pois o objetivo de uma coletânea é bem o de realizar a colheita (e amostra) do que os escritores têm de melhor.

Participam do livro (em ordem alfabética): Anna Mariano, Athos Ronaldo Miralha da Cunha, Cláudio Corrêa Noronha, Colmar Duarte, Débora Mutter, Fernando Pereira da Silva Filho, Jair Portela, José Francisco Botelho, Lucio Carvalho, Marga Cendón, Maria da Graça Rodrigues, Newton Alvim e Valéria Surreaux.

Mais informações: clique aqui.

3 de jun de 2019

em são paulo
devassos no paraíso:
o brasil mostra a sua cara,
de joão silvério trevisan


Museu da Diversidade Sexual
Devassos no Paraíso: o Brasil mostra sua cara, João Silvério Trevisan
Abertura: 08 de junho, sábado, às 17 h
A exposição vai até o dia 23 de setembro de 2019
Estação República do metrô – piso mezanino
(entrada, gratuita, pela Rua do Arouche, 24, República)
Mais informações: clique aqui.




dias ácidos, noites lisérgicas,
de claudio willer


6 de junho, às 18 h, na Casa das Rosas: Av. Paulista, 37




labirintos da cena,
de danielle rosa







escritor na biblioteca:
ana maria gonçalves







em belo horizonte
quarenta,
de sérgio fantini







ciclo de literatura comparada:
o circuito e a margem bh,
com ricardo aleixo, nicolas behr & cia.


Mais informações: clique aqui.




fronteiras: exposição







no rio de janeiro
oficina de poesia,
com carlito azevedo


Informações: divulga@7letras.com.br




em porto alegre
happy hour: a poesia brasileira e o salto
trasnegressor, com ronald augusto







em joão pessoa
letramentos em cena,
org. regina celi mendes pereira,
juliene lopes ribeiro pedrosa
e mônica mano trindade ferraz







em angola
I prémio de literatura dstangola/camões:
noite vertical,
de zetho cunha gonçalves







em lisboa
a árvore oca,
de maurício vieira